Ele Vai Se Preocupar Mais Com A Aparência

Como Arrumar Um Namorado Depois Dos trinta Anos?

Correspondência de Fradique Mendes é um livro escrito por Eça de Queiroz. Aparece em duas partes, a primeira em que o narrador fala da personagem e a segunda em que aparecem as cartas pontualmente citadas. 2.2.6 2.3. Carta a Mr. “A minha intimidade com Fradique Mendes começou em 1880, em Paris, pela Páscoa, — precisamente na semana em que ele regressara da tua viagem à África Austral. 1871 no Egipto, por acaso numa esplanada.

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Assim sendo, o texto começa com uma Apresentação de Fradique que funciona como introdução às Cartas. As Cartas foi o que restou de um extenso homem (Fradique) que é anunciado como se tivesse de fato existido. Pra corroborar esta ideia Eça introduz personagens autênticas no livro, que tiveram subsistência verdadeira e que testemunham a respeito de Fradique.

Por isso pessoas reais como J. Teixeira de Azevedo (Batalha Reis), Antero de Quental, Oliveira Martins, Ramalho Ortigão, são usadas no texto como se tivessem convivido com essa protagonista. Além do mais as cartas são endereçadas a essas personagens, sem ordem aparente e paracendo-lhes que faltam cartas, o que apresenta uma impressão de verosimilhança ao leitor. Trata-se de um método de quase Heteronímia.

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Num jogo enigmático e bastante bem executado entre ficcionalizar o que poderia ter sido uma pessoa real. Seis Coisas Que Você Não Sabia Sobre a Existência Da Jogadora Marta . Autor das “Lapidárias”, que foi uma revelação literária pro narrador que as leu pela Revolução de Setembro, o que considera poemas de “originalidade cativante e bem-vinda”.

O narrador idolatriza a figura que ainda não conhece de Fradique. Fradique é um poeta da MODERNIDADE. Assuntos “magnificamente novos”. É um poeta de feitio satanista. E nos seus poemas a Maneira surpreende mais do que a Ideia. O narrador divaga sobre isto literatura. Fradique e Baudelaire são os seus ídolos.

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Sônia Abrão: Fofoqueira Com Orgulho O Dia foi colega do Narrador “nos alegres tempos de Justo Romano e Canónico” Vidigal é apresentado como alguém pequeno, que escreve umas coisas a respeito de música para entrar á borla no Teatro S. Carlos, e se encontra com agiotas. Revelação para o Narrador, Vidigal é parente e conhece o poeta das lapidárias. Vidigal por esse capítulo I faz um relato ao Narrador.

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Fornece Fradique no seu meio social, tendo recebido uma herança, de uma velha e rica família dos Açores (o que, neste ponto, lembra a pessoa de Antero). A madrinha de Fradique, D. Angelina, “velha estouvada, erudita e exótica que coleccionava aves empalhadas, traduzia Klopstock, e perpetuamente sofria dardos de Amor”. Fradique é educado por ela, ministrando-lhe erudição precocemente. A Avó resolve que Fradique vá estudar para Coimbra aos dezesseis anos (corria pela Ilha que pra casar com um bolieiro). Carlos gritou pelo Penedo da Saudade, encharcou-se de carrascão pela tasca das Camelas, publicou na Ideia sonetos ascéticos, e amou destemperadamente a filha de um ferrador de Lorvão.

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Depois de três anos a Avó morre. Resta a Carlos um tio em Paris. A forma de V. Exa. Capítulo da Múmia na Alfândega. Conversas sobre Coimbra, sobre o assunto Arte e Literatura (entre Fradique e o narrador). Fradique não partilha a posição do narrador de que Baudelaire é muito bom. Fradique defende que a prosa francesa é superior à poesia. O Narrador quer pôr a sua frase estudada (que os poemas de Fradique são como mármore) para impressionar, contudo é descontinuado por Vidigal que conta que a Múmia agora saiu da Alfândega com o método a uma cunha.

Despedem-se. O Narrador diz para si mesmo “que pedante”, entretanto por ser totalmente original e profundo mantém a tua admiração. Dias depois o Narrador e J. Teixeira Reis (Disputa Reis) irão procurar Fradique. Vão vestidos quase como se fossem pro carnaval de Veneza. Fradique partira “pra dirigir-se procurar bois a Marrocos”.

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Esse episódio (nesse relato) passa-se em 1871 no Egipto. Nos jardins do Hotel Fradique avistado pelo narrador. Fradique vinha da Pérsia onde se tinha juntado a um movimento chamado Babismo. Fradique está acompanhado por uma mulher lindíssima e por alguém que parece Júpiter. Descrições e divagações sobre o assunto deuses a propósito nesse Júpiter.

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